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22.4.15

Resenha: 'Deixe a neve cair' - John Green, Maureen Johnson, Lauren Myracle.

Vocês não sabem como eu estou feliz em postar essa resenha, primeiro porque eu completei a lista dos livros em que tem um toquezinho de John Green, e segundo porque aaahhhhh meu Deus, se eu soubesse que era assim eu tinha lido muito antes. Obrigada Marcelaaa por me impulsionar a ler esse livro, obrigada mesmo! s2

O livro é divido por três contos natalinos, onde três grandes autores se juntaram e cada autor conta um (Maureen Johnson, John Green e Lauren Myracle, respectivamente).



26.1.15

Citações: 'Will&Will' - John Green e David Levithan.

Demorei, mas aqui estou com esse post, de mais um livro maravilhoso.
Para ver a resenha, clique aqui.
Já vou avisando que esse livro não tinha muitas frases legais, mas tentei usufruir o máximo.




Se você não pode confiar nos próprios instintos, então vai confiar em quê?
Gostar não leva ao sofrimento de vez em quando. Leva sempre.
Portanto, se quer que as coisas mudem, não precisa trocar de vida. Você precisa tirar a bunda da cadeira.
Ótimas notícias pra alguém são sempre más notícias pra outra pessoa.
No meu voo, não tem aterrissagem. Só tem o choque contra o chão.
Você ainda é uma granada sem pino quando sente que o mundo não é perfeito.
 Parem de pensar na aterrissagem, porque o importante é a queda.
Tenho de fazê-lo perceber que a questão não é cair. É flutuar.
A verdade, porém? Todo mundo tem uma. Essa é nossa maldição e nossa bênção. Essa é nossa tentativa e nosso erro e nossa coisa certa.
Você junta todos os meus pedacinhos, e sou muito grato por isso.

22.1.15

Resenha: 'Will&Will' - um nome, um destino - John Green e David Levithan.

Confesso que vai ser difícil fazer a resenha desse livro. Terminei de ler ontem, e ainda estou sem palavras.

Ganhei esse livro da minha amiga Laís, já conheço bem a narrativa do John Green, mas estava curiosa para conhecer a narrativa do David Levithan. E eu me surpreendi. 
A narrativa é separada. John Green escreve a parte do 1°Will Grayson que conhecemos, e o David Levithan do outro Will Grayson.

Mas antes de começar a resenha, quero deixar claro que não sabia de nada sobre o livro, não procurei saber resenhas e nem a sinopse eu li. Apenas gostei desse título intrigante, e dessa outra capa, esse azul é lindo.



Quando comecei a ler e percebi que se trata do homossexualismo, e de como esse assunto é tratado com naturalidade no livro, eu fiquei mais empolgada para saber o desenvolvimento dessa história.

Ok, mas vamos começar a resenha.
Conhecemos a vida de dois personagens, ambos chamados Will Grayson, porém apenas o nome os une, e nada mais.
Amei a forma em que os autores encontraram para dividir as narrativas, assim eu não me perdi no livro.

1°Will é aquele típico garoto que conhecemos através de outros personagens do John Green, tímido e de poucos amigos no colégio. Ele vive com seus dois amigos Jane e o Tiny Cooper, que é gay assumido e sempre Will o defendeu no colégio, o que fortaleceu ainda mais a amizade. E sobre Will e Jane, é uma história bem enrolada, em que vocês só vão descobrir lendo rsrs.

2°Will é meio dramático, e toma remédios para depressão, e diz que só tem alegria quando fala com Isaac, seu amigo virtual. Na verdade, Will é apaixonado por Isaac. Ele tem uma amiga chamada Maura, que aparenta gostar dele, mas Will não tem um pingo de interesse por ela.



E enfim, chega um dia em que querendo ou não Will e Isaac tem que se encontrar, e é a partir desse dia em que toda reviravolta acontece, coisas que nem imaginávamos, começa a acontecer.

Não tem um protagonista certo no livro, mas tem o Tiny, que apesar de egocêntrico e as vezes egoísta, ele é muito leal e sincero. Ele tem uma peça de teatro no qual fala um pouco de sua história. E por falar nisso, fiquei sabendo que agora em março lançara um livro só do Tiny, e que chamará Hold me Clooser: The Tiny Cooper Story. Estou já ansiosa para ler.

Eu acho que é isso, se não vou acabar soltando algum spoiler. Tenho certeza que vão se envolver demais com a história.

Autor(a): John Green e David Levithan | ISBN: 9788501093882 | N° de Páginas: 352 | Classificação: 5/5

6.1.15

Citações: 'Quem é Você, Alasca?' - John Green.

Agora irei fazer isso, a partir de agora com os livros resenhados. Acho que é um passo a mais para te dar motivos a ler tal livro... 
Para ver o primeiro post, clique aqui. 
Para ver a resenha de 'Quem é você, Alasca', clique aqui.

Então, vamos lá...


"Chega uma hora em que é preciso arrancar o Band-Aid. Dói, mas pelo menos acaba de uma vez e ficamos aliviados."
"... você precisa parar de roubar os problemas dos outros, e arranjar seus próprios problemas."
"... e elas precisavam de mim como um cometa precisa de uma cauda."
" Não posso ser uma dessas pessoas que ficam sentadas falando que pretendem fazer isso e aquilo. Eu vou fazer e pronto. Imaginar o futuro é uma espécie de nostalgia."
"Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para a frente, mas nunca fazemos nada. Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente."
"Ás vezes perdemos a batalha. Mas a farra sempre ganha a guerra."
"Veloz, a noite cai. E o hoje, já se esvai."
"A neve pode estar caindo sobre o inverno da minha desesperança, mas pelo menos não me faltará sarcasmo."
 "Você me deixou carente de talvezes, preso à porcaria do seu labirinto."

"Como sairemos deste labirinto de sofrimento? - Alasca Young."
"... se as pessoas fossem chuva, eu seria garoa e ela, um furacão."  

Ah, nosso querido John Green.
Fica aí, mais um livro maravilhoso, e cheio de quotes incríveis.

30.12.14

Resenha: 'Quem é você, Alasca?' - John Green

Na verdade, eu nem sei o porquê estou fazendo a resenha desse livro, quase todo mundo já leu, já viu, já deu sua opinião, mas então agora é a minha vez né rsrs.

arquivo pessoal.

O querido Tio João Verde, se superou nesse livro, passando as pernas em Acéde e Cidades de Papel (os meus favoritos, mas ainda falta 'Will&Will' e 'deixe a neve cair').
O livro é narrado por Miles Halter, um jovem da Florida, que é apaixonado por ultimas palavras, lendo bibliografias de pessoas famosas já falecidas. E que está a procura de seu 'grande talvez'.

Miles, decide ir pra Culver Creek, um internato que seu pai frequentou no Alabama, já que em sua cidades não tinha amigos.
Lá, Miles conhece seu colega de quarto Chip, conhecido por todos como Coronel, que o apelida carinhosamente de Gordo, uma ironia, já que Miles é muito magro.
Coronel apresenta Alasca (significado desse nome do livro haha) para ele, e é como se fosse paixão a primeira vista, amor platônico (talvez!?), mas no momento impossível, pois Alasca tem namorado.
Alasca é diferente, tem uma personalidade forte e única. Mas ao mesmo tempo misteriosa, e como ela disse, talvez esse mistério é que seja a graça de gostar dela.

"Se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela , um furacão."

No internato, Gordo faz amizades também com Takumi e Lara, lá ele faz coisas totalmente diferentes da que fazia antes, ele fuma, bebe, beija, aplica trotes e muitas outras coisas...
Mas depois que o assunto principal do livro acontece, tudo muda. E eu confesso que não foi fácil superar esse acontecimento (chorando até agora). 

"Como sairemos deste labirinto de sofrimentos?" - Alasca Young.

O livro é dividido por partes em antes e depois. O livro é mistura de mistério, com romance, com comédia, esse livro é completamente completo. 
É uma leitura super leve, que quando você se depara já está quase no fim, John já coloca o assunto dirigente logo no meio do livro, e isso na minha opinião só nos motiva a continuar a leitura.

Esse livro, é um ótimo passo para quem tem aquele certo receio com os gêneros literários igual ao do Green Best Sellers. Ele é um livro intrigante e diferente. Vale a pena ler. 


arquivo pessoal.
Autor(a): John Green | ISBN: 9788578273422 | N° de Páginas: 230 | Classificação: 5/5

Logo mais tem um post com quotes do livro.

2.8.14

Resenha: O Teorema Katherine - John Green

Livro: O Teorema Katherine
Autor (a): John Green
ISBN: 9788580573152
Ano: 2013
Editora: Intrínseca
N° de Páginas: 304


Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai entrar para a história vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.


O Teorema Katherine conta a vida de Collin Singleton, no qual ama anagramas. Uma ex-criança prodígio. Ele tem uma dificuldade em se socializar, na escola só tem apenas uma amizade, o Hassan.
Em um certo dia, Collin leva o pé na bunda, pela sua décima nona namorada. E que por coincidência também se chamava Katherine, assim como todas as outras.





Então ficou deitado ali imaginando se o seu pesar pararia, e repetiu mentalmente a já decorada mensagem, e quis cair no choro, mas em vez disso sentiu apenas uma dor no plexo solar. Chorar é algo a mais: é você mais as lágrimas. Mas o sentimento que Colin carregava era um macabro choro ao contrário. Era você menos alguma coisa. Ele ficou pensando naquela expressão — para sempre — e sentiu uma queimação logo abaixo da caixa torácica. Doía como a pior surra que já tomara. E ele já havia tomado muitas.

Estranho, não acham? Pois é, Collin também... Então ele decide fazer um teorema, no qual determinará o tempo de um relacionamento, e qual dos dois vai terminar, e quem vai ser o Terminante ou o Terminado...
Talvez não seja tão fácil assim resolver esse suposto “problema”. Já que na maioria dos relacionamentos, são imprevisíveis os finais.




Então ele e Hassan decidem pegar o carro e sair estrada a fora, Road Trip?! Porém o livro todo basicamente se passa em Gutshot (sua primeira parada), em que decidem descer para ver o túmulo do arquiduque Francisco Ferdinando.

Eu serei esquecido, mas as histórias ficarão. Então, nós todos somos importantes — talvez menos do que muito, mas sempre mais do que nada. 
O que era para ser questão de minutos acaba prolongando, pois conhecem uma garota chamada Lindsey (que vai ser essencial na trama) e recebem uma proposta de emprego.

(foto retirada do Instagram)


Ao contrário, aliás, muito ao contrário mesmo, de ACÉDE, O Teorema Katherine, não causa emoção nenhuma, a não ser risos (de vez em quando).
Vou confessar para vocês que ainda prefiro os livros do John Green em primeira pessoa, e quem sabe se OTK fosse narrado em primeira pessoa (ele é narrado em terceira) fosse mais produtivo, e eu conseguiria aproveitar mais a leitura.
Demorei muito para ler o livro, um pouco maçante, e enrolado. Ou talvez porque tinha algumas soluções matemáticas, e como eu nasci para humanas, eu não me identifiquei.
Mas a história em si é legal, diferente.
De 0 a 5, eu daria 3.
A capa é linda, a fonte é bem legível e as páginas são amareladas. 

 Alguma vez você já se perguntou se as pessoas gostariam mais ou menos de você se pudessem vê-la por dentro? Sempre me pergunto isso. Se pudessem me ver do jeito que eu me vejo, se pudessem viver nos meus pensamentos, será que alguém, qualquer pessoa, me amaria?

É isso pessoal...
Deixem suas opiniões, sugestões, críticas...
Até a próxima!!!

Beijos



12.7.14

Resenha: Cidades de Papel - John Green

Livro: Cidades de Papel
Autor (a): John Green
ISBN: 9788580573749
ANO: 2013
Editora: Intrínseca
N° de Páginas: 368



{Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.
Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.}


Cidades de Papel é uma história narrada em primeira pessoa, por Q. (Quentin).
Quentin e Margo Roth Spiegelman, ambos estavam no último ano do Ensino Médio, porém eram vizinhos e se conheciam desde os dois anos de idade. Mas nunca foram tão próximos. Mas deixaram de se falar mesmo depois que encontraram o corpo de um homem morto no parque quando ainda eram crianças.
Margo é uma adolescente meio que rebelde, no estilo e em suas atitudes, e sempre muito misteriosa.
Era para ser um dia normal para Q, até que então Margo aparece em sua janela, vestida toda de preto. Querendo então a ajuda de Q para um plano durante a madrugada toda. Apesar de ficar meio assustado, Q não nega a ajuda.
Quando a madrugada de aventuras (e muitas) termina, Q fica pensando o que falar e como agir com Margo na escola. Mas daí começa a confusão toda, Margo desaparece. E como a doida já tinha desaparecido antes e sempre voltava depois, a polícia não podia fazer nada, pois agora ela já era maior de idade.

Nos desaparecimentos passados, ela sempre deixava pistas para que seus pais a achassem, porém não conseguiam decifrar ou até nem percebiam as pistas. Mas dessa vez, foi diferente, ela deixou as pistas para Quentin.
Mesmo estando muito chateado/confuso pela partida da amiga de infância, ele não desiste e investiga. Mesmo depois de perceber que não será tão fácil assim, conseguir achá-la.
Com isso, ele conta com a ajuda de seus melhores amigos Ben e Radar, que também ficam curiosos para conseguir montar as peças do quebra cabeça de Margo. Logo em seguida, também contam com a ajuda de Lacey, amiga de Margo. 

Com o passar do tempo, Quentin percebe que Margo poderia estar na Cidade de Papel, no qual ela comentou sobre, na madrugada de aventuras... Então começa outro trajeto em sua busca.

“Eis o que não é bonito em tudo isso: daqui não se vê a poeira ou a tinta rachando ou sei lá o quê, mas dá pra ver o que é este lugar de verdade. Dá pra ver o quanto é falso. Não é nem consistente o suficiente para ser feito de plástico. É uma cidade de papel."


Qual será essa Cidade de Papel? Por que e para quê ela desapareceu? Ou talvez, Quentin conseguirá achá-la? Só lendo pra descobrir rsrs, nada de spoiler!

É umas história muito boa, diferente, inesperável... É um daqueles tipos de livros que você começa a ler e não consegue mais parar! Se fosse para dar uma nota de 0 a 10, eu daria 9, por apenas um motivo: a enrolação, John Green impõe muitos detalhes desnecessários.
No começo o livro tem uns capítulos bem compridinhos, mas no final, não passam de 2 páginas. A fonte e os espaçamentos são bem legíveis.
A capa tem tudo a ver com o livro, e é muito bonita por sinal, com um desfoque bem legal.
Depois de Acéde, foi o melhor livro do John Green que eu já li.

“Na minha opinião, todo mundo tem seu milagre. Por exemplo, muito provavelmente eu nunca vou ser atingido por um raio... Meu milagre foi a seguinte: de todas as casas em todos os condados em toda a Flórida, eu era vizinho de Margo Roth Spiegelman.”


E você? Já leu? Gostou? Conte sobre, nos comentários...

Espero que vocês tenham gostado.
Até a próxima!

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